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terça-feira, 14 de maio de 2013

When a man loves a man

Sim meus amores, isto é um post sobre enrabadelas. Tenho andado tão desiludida com o amor entre homens e mulheres, que me levou a pensar que a forma mais sublime de amar não é aquela que tem como fim a procriação e a propagação da espécie. Oscar Wilde dizia que o «Uranium» love era a mais sublime forma de amar. Será que o cabrão só fodia no planeta urânio? Com um pouco de urânio na mesa de cabeceira?
Mas o que realmente me intriga é se o gajo gostava de dar ou de levar. É que enfiar a pila no cu de um gajo é uma coisa. Um gajo enfiar a pila no meu cu é outra.
Eu pessoalmente gosto da arte das enrabadelas...há qualquer coisa de cúmplice e prazeroso em ter uma pila enfiada no cú. Gosto de me fazer de marota, e que o gajo queira sodomia.
Mas a minha fantasia era enrabar. Com um strap-on, penetrava-o suavemente e dava-lhe umas palmadas enquanto lhe chamava nomes. Passava as minhas mãos entre os seus cabelos e beijava-lhe os lábios. Penetrava-o, com o strap-on e com o olhar.
Ainda hei-de reinventar a arte da enrabadela, e  honrar o legado de Oscar Wilde. Vou fazer disto a minha demanda, e a História pede sacrifícios. Há voluntários?