Eu, como qualquer gaja que se preze, tenho grandes dificuldades em adormecer. O trabalho não ajuda, mas é mais um diabo de olhos azuis e a sua pila inesquecivelmente grossa que me deixam a dar voltas e voltas na cama.
Revoltada com esta merda peguei no telemóvel e bora ver pornografia. Mal não faz...e já que não durmo mesmo! Ok...youporn, redtube, pornhub, lesbea.com e essas merdas que voces sabem de cor seus malandrecos! Mas desta vez sem pilas. Só fufas. E com preliminares, que eu não gosto de ver chupar grelos sem uns beijinhos à mistura. A gaja lá começa a bejar a outra, e roça-se toda e tal e eu pumba, adormeci que nem um bébé. O telemovel já tá cheio de vírus e qualquer dia acordo com ele estilhaçado no meio do chão. Mas até lá...agradeço às atrizes/fufas/gajas boas que fazem estes filmes.
Recomenda-se, meus amores, recomenda-se!
Impróprio, irreverente, picante e irascível...Sensual e erótico. Blogue de quem tem opiniões próprias e de quem quiser participar
Mostrar mensagens com a etiqueta pila. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pila. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 18 de junho de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
When a man loves a man
Sim meus amores, isto é um post sobre enrabadelas. Tenho andado tão desiludida com o amor entre homens e mulheres, que me levou a pensar que a forma mais sublime de amar não é aquela que tem como fim a procriação e a propagação da espécie. Oscar Wilde dizia que o «Uranium» love era a mais sublime forma de amar. Será que o cabrão só fodia no planeta urânio? Com um pouco de urânio na mesa de cabeceira?
Mas o que realmente me intriga é se o gajo gostava de dar ou de levar. É que enfiar a pila no cu de um gajo é uma coisa. Um gajo enfiar a pila no meu cu é outra.
Eu pessoalmente gosto da arte das enrabadelas...há qualquer coisa de cúmplice e prazeroso em ter uma pila enfiada no cú. Gosto de me fazer de marota, e que o gajo queira sodomia.
Mas a minha fantasia era enrabar. Com um strap-on, penetrava-o suavemente e dava-lhe umas palmadas enquanto lhe chamava nomes. Passava as minhas mãos entre os seus cabelos e beijava-lhe os lábios. Penetrava-o, com o strap-on e com o olhar.
Ainda hei-de reinventar a arte da enrabadela, e honrar o legado de Oscar Wilde. Vou fazer disto a minha demanda, e a História pede sacrifícios. Há voluntários?
Mas o que realmente me intriga é se o gajo gostava de dar ou de levar. É que enfiar a pila no cu de um gajo é uma coisa. Um gajo enfiar a pila no meu cu é outra.
Eu pessoalmente gosto da arte das enrabadelas...há qualquer coisa de cúmplice e prazeroso em ter uma pila enfiada no cú. Gosto de me fazer de marota, e que o gajo queira sodomia.
Mas a minha fantasia era enrabar. Com um strap-on, penetrava-o suavemente e dava-lhe umas palmadas enquanto lhe chamava nomes. Passava as minhas mãos entre os seus cabelos e beijava-lhe os lábios. Penetrava-o, com o strap-on e com o olhar.
Ainda hei-de reinventar a arte da enrabadela, e honrar o legado de Oscar Wilde. Vou fazer disto a minha demanda, e a História pede sacrifícios. Há voluntários?
Subscrever:
Comentários (Atom)