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segunda-feira, 25 de março de 2013

Girl on girl action

O fim de semana foi generoso para mim. Embebedei-me, chapei-me, e dei uns amassos...com uma gaja.
Vá Mata Hari, volta e meia a vida sorri-te pelos lábios de uma loira boazona.

Foi assim...
Então a danadinha ria-se e bebia. E dançava. Parecia uma serpente a enfeitiçar-me. Quase toda vestida  de preto, com umas leggins de cabedal, mostrava tudo. Não é propriamente uma mulher voluptuosa nem curvilínea. É assim mais para o alta e magra, surpreendentemente atlética. Sempre a rir-se de tudo. Sempre marota e pronta para a brincadeira.
Quem é a gaja? Simplesmente a maior boazona do meu escritório.
Ainda nem sequer estavamos pedradas, mas já havia marotice. Quantas vezes eu na brincadeira me despedia dela, e perguntava « Então e o meu chocho?» «Não é hoje que me dás um chocho?»  Parece que andou a acumular os chochos para os transformar em linguados. Nunca me apetece ser uma boa menina perto daquela gaja.
E bebemos, e fumámos e dançámos toda a noite. No meio da festa, mesmo no meio da pista de dança de uma festa temática para comemorar o ano novo muçulmano, a gaja abre a echarpe, como se fosse uma dançarina do ventre e envolve-me com ele. Começámos-nos a beijar ali mesmo, debaixo do véu. Ela esfrega-se em mim e beija-me. Parecia uma súplica dela..« torna-me sexy» Oh gaja...tu és a epítome da lasciva. Eu suavemente beijo-lhe o lábio inferior e deixo-o escorregar entre os meus dentes. E a moça abraça-me e beijamos-nos sem complexos, as nossas mãos percorrem o corpo uma da outra. Entretanto o véu que nos escondia cai no chão. Ela nem se apercebe e eu continuo como se nada fosse. Com beijos no pescoço, a descer até ao meu peito. Bem esta ainda me arrepia toda. Isto perante a incredulidade de umas quarenta pessoas, todas da terra do amahdinejah.
Se isto fosse um filme, teria o título « Duas bad girls em Meca».
lesbian kiss

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Define tarado...



O meu flirt disse-me que era um tarado total. Ora, eu já de há uns bons anos para cá habituada a nada mais que o que E.L. James designa por  «sexo baunilha» ...
Eis o que eu esperava: dedos mágicos, uma mestria no toque, a minha cona a ferver como nunca. A forma como tocaria nos meus seios, tirando o melhor partido deles, envolvendo-os sucessivamente, e chupando-os de forma sensual com o desejo de quem nunca tocou num par de seios e o talento de um profissional.
Parecia-me frustrado...talvez porque, segundo ele mesmo, teve a impressão que eu o andava a ignorar o dia todo. Ora, como ontem vim para o trabalho boazona mas a tocar a linha do ordinário, tive de manter o low profile, pelo menos nas atitudes. Caso contrário arriscava-me a ouvir bocas e ele ficar com a fama de andar a «comer o naco».
Cheguei ao escritório dele, e disse-me...«como podes vir assim vestida quando eu hoje só tenho 5 minutos para estar contigo?»
«É pena» - respondi. «Quem te disse que vim assim para ti?» Com certeza que tinha!
O certo é que os 5 minutos se transformaram em hora e meia. Tinha nas mãos um homem que oscilava entre uma soberba controladora digna do Tom Cruise ( tragam-me a shotgun!!!!) e a falta de confiança de uma vitima de bullying .
Estava à espera de um mestre. Alguém que soubesse as vicissitudes  do sexo que eu já esqueci, ou nunca soube...
A forma como me tocava era descontrolada e de alguma maneira...amadora! Se bem que, tenho de lhe fazer justiça: quando nervosamente pôs os dedos dentro de mim, eh pá! Tínhamos homem! Não me lembro de semelhante sensação...
Mas aqui ficam as reclamações: 
De acordo com o meu conhecimento (posso ser uma irremediável frígida) , uma mulher não se vem assim com 30 segundos de toque. Se estás à espera disso...Tou (mal) fodida, que tenho de andar a fingir orgasmos a torto e a direito.
Podia estar molhada, bastante molhada confesso. Mas não espero de ti menos que o empenho total, e parafraseando-te « é assim que se distinguem as pessoas...walk the extra mile» . 
Para além do mais, e aqui E.L. James tem efetivamente culpa (porque nos livros dela as gajas vêm-se com literalmente meia dúzia de penetrações, e de uma linha para a outra!), ainda te posso ensinar umas merdas. Começo a duvidar da tua experiência e ensinamentos moço! Essas mestras, essas dominatrix que passaram pela tua vida....Eh pá, vamos foder que eu ensino-te umas merdas...
E como não é tudo mau....as palmadas tavam de sonho!

 

Posso estar a precipitar-me...Mas se não consegues chegar ao meu corpo, arrisco-me a que atinjas a minha alma.