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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Apresenta-se o homem.

Apresenta-se o homem.
Chegaste invulgarmente meigo e dado, quando eu já estava a perder a paciência contigo.Abraçaste-me e disseste...hoje venci!
Como assim?
Hoje consegui o que queria.
Ainda bem...fico feliz por ti.
Começámos-nos a beijar e a rir como crianças... «Pára com isso moça!» e rias-te...como se estivesses pedrado!
Eu respondia...«larga-me moço! chega para lá essa tusa! Não me provoques!» e agarrava-te intensamente, mordia-te os lábios, tu chupavas a minha língua. E provocávamos-nos...e fugias e eu perseguia-te. Eu recusava-te beijos e tu rias-te e arrancavas-mos e não nos largávamos....
 E eu percorria a tua boca, com a minha língua descia pelo teu queixo e beijava o teu pescoço...ficaste louco! «Oh moça! Porta-te bem!» imploravas...Deste-me uma forte palmada  no rabo, e eu senti aquele aperto de desejo pelo corpo todo...a minha garganta parecia querer fechar, asfixiando-me momentaneamente.
«Assim não me convences a parar...só fazes pior!»
«Tu gostas disto...» e riamos-nos como miúdos...garotos que sabiam   que estavam a fazer asneiras! Meteste-me a mão dentro das calças e eu estava completamente molhada...louca de desejo por ti...«Meu Deus...tu estás totalmente passada!»
Mas não havia tempo para estarmos juntos...e eu sabia disso.
Afastei-me e disse «Ah...não...eu estou bem! Além disso o acordo era apenas uma foda por ano, portanto até amanhã...descansa e vai para casa.» Virei costas.
Ele agarrou-me e virou-me para ele.
Não consegui evitar...começei a dizer «Fode-me..fode-me...Fo... de....meeee»
 Fomos embora como dois catraios e rumámos a sul. Todo o caminho o beijei e o provoquei enquanto ele conduzia, ao som da  guitarra de tony iommi. «Chegámos» disse.
Há quanto tempo te queria nos meus braços. Desapertei-te as calças, e lentamente, muito lentamente, com o controlo total...olhei-te, fixei-te e enconstei os lábios ao teu pisso.
O desejo corria-me nas veias, e começei a chupar-te.


the man himself (Tony Iommi)






quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Só me arrependo das fodas que não dei



Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

Aqui começa a reflexão de um assunto bem delicado. Nem sei bem por onde devo começar...este tema inconfessável até dentro de mim. Uma mistura do «não posso» e do « não resisto».
Há alturas em que a rendição é o único caminho.
Abraçar o dark side? ...Só me arrependo das fodas que não dei. Não sei se é verdade...Mas não me arrependo de ti. Fazes-me sorrir crl! Fazes-me bem...pelo menos até começares a fazer muito mal.
Porque é que eu não tenho direito a um flirt?
Parece que ficaste perplexo com a proposta indecente...Não sei o que te levou a ceder...Se foi o fascínio de alguém estar atraído por ti, ou se sentias o mesmo.
Quando arranjei coragem, finalmente pedi-te desculpa pelo meu comportamento, que não tinha o direito de fazer o que estava a fazer...a provocar-te vezes sem conta. Eras um verdadeiro cavalheiro e eu não tinha o direito.
Dá-me vontade de escrever, para libertar de dentro de mim tudo o que sinto por ti. Por vezes ponho-me a pensar se esta história dava um livro...
Quero beijar esses teus lábios molhados, que me testam e provocam, fazem-me esperar de acordo com os teus caprichos. Eu detesto esperar...são as esperas que transformam pequenas tempestades em verdadeiros furacões dentro de nós. Mas tu sabes disso. Queres saber até onde eu vou. Queres-me deixar irracional, sentir os meus impulsos...
Ainda sabes jogar o jogo...resta-me saber se o jogas porque me queres, ou porque queres ver-me a correr atrás! Eu seria o troféu, depois de quebrares todas as minhas convicções e superioridade. Por enquanto estás a conseguir
Apetece-me tatuar o teu nome na minha pele. Marcar para sempre no meu corpo aquilo que sinto na alma.
Um dia, os papeis inverter-se-ão. É que o amor é o derradeiro jogo de poder.