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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Almoço moço?

Este fim de semana deixei e encoragei o meu oficial a flirtar com uma polaca minha colega. Ainda lhe disse...homem, se lhe conseguires saltar à cueca, ao menos deixa-me assistir para eu ficar contente. Talvez assim o coirão me deixe participar!!!
Eu gosto de dar liberdade ao homem para se sentir desejado. Aumenta-lhe a auto estima e a mim deixa-me mais livre para seguir os meus desatinos.
Ah os desatinos que dançam e rodopiam na minha cabeça, e vão para sempre ao mesmo sítio! Áquele pisso grosso que me incendeia. Que me faz sentir uma adolescente insensata! Meu flirt, a tua pila merecia um poema épico.
Daqui a pouco vou almoçar com ele, se me apetecer. Ele na sexta-feira ligou-me a assegurar que eu ia. Mas só vou se me der na cabeça. Às vezes  evito de estar com o gajo porque só gosto de o ver de uma maneira: fodão a querer foder tudo. E quando ele tem assim dias em que está mais quebrado, sinto-me mal por desejar um homem tão normal e igual aos outros.
Um homem normal já eu tenho em casa. Aliás, é bem acima do normal. Um cavalheiro e um companheiro, só não é safado e devasso como eu gosto.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Love letter

Meu amor, minha paixão.

Estou a morrer de saudades tuas. Não sei bem explicar porquê. Sinto a falta do teu cheiro e de passar as mãos pelos teus cabelos. És especial para mim, ainda que diversas vezes me pergunte se terei algum significado para ti.
São interrogações tolas, stresses de gaja, já te imagino a dizer. Sem paciência para me aturares, eu que até acho que sou uma mulher fácil de aturar. Não faço muitas perguntas, não controlo nem tão pouco me apetece controlar. Não faz o meu estilo. Não me sinto bem a fazer isso.
Sempre que te ligo e te pergunto « como estás?», e tu respondes-me sempre onde estás. Se estiveres dentro das calças, tudo bem. Se estiveres sem elas, melhor ainda! Aproveita, que é da maneira que me excitas mais....Imaginar-te a beijar outra, a foder uma qualquer...é inebriante. Só me apetece consumir-te como um incêndio que deflagra dentro de mim.
O meu corpo fica incapaz de expressar o desejo. Não o contenho, ele transborda, é maior que eu. E tu sem paciência para me aturares.
Posso dar a desculpa que estás sem paciência para aturar a vida, que estás numa fase difícil e blá blá blá.....parece-me conversa fiada. Mesmo tu tendo confessado que estás na pior fase da tua vida.
É que eu tenho tanto para te dar e para te arrancar. Tantos beijos que eu tenho por dar. Quem me dera que isto me passasse, queria tanto!
Às vezes rezo e peço a Deus que me dê a oportunidade de me cansar de ti antes que tenha de arrancar tudo o que sinto por ti de dentro de mim, como quem arranca uma silva pela raíz. Tem de se escavar bem fundo, levantar tanta terra, fragmentar tanta coisa. Depois...
Depois fica-se em pedra, estéril para sentimentos e para paixões.
Não quero fazer de ti um marido, nem um santo. Não te quero mudar, salvar e moldar à minha vontade. As pessoas não são pedaços de barro que moldamos ao sabor dos nossos caprichos. Se gosto de ti, é por aquilo que tu és, sem mais nem menos.
Não quero prender-te, educar-te, civilizar-te, o que for...
Se me apaixonei por ti assim, politicamente incorrecto, com a puta da mania e um feitio muito próprio que só me apetece arrancar a chicote, que seja! Foi assim que te quis, e é assim que eu te quero.
Não quero fazer de ti um marido. Nunca te prenderei. Só te agarro quando estiveres nos meus braços. Só aí és meu, despido de tudo. Sem familia nem problemas. Só aí eu olho para ti e vejo-te, até ao mais profundo de ti.Só aí nos olhamos e não somos mais nada que nós.
Somos eu e tu no meio de uma ou duas risadas, como garotos a fazer asneiras. E somos garotos a fazer asneiras. Mas como poderíamos não as fazer?
Às vezes vejo-te a fugir, a aperceberes-te da realidade da tua vida, e como contrasta com o que existe quando nós estamos juntos. Se reparares, se te permitires um rasgo de sensatez, sabes que tens uma vida da qual não te podes queixar. E sabes que eu posso dizer o mesmo.
Não precisas de fugir. O que nós temos só existe quando estamos nos braços um do outro. O resto, meu caro, é desatino. São efeitos colaterais de quem se atreve a viver. Esquece isso e aguenta-te. Eu deste lado  tento fazer o mesmo.
Confesso que te procuro noutros beijos e noutros abraços. Não sei porque o faço. Talvez exista em mim a esperança de que um dia esses beijos sejam iguais aos teus. Ou sejam suficientemente parecidos com os teus para que eu me contente. Ou que passe tanto tempo que eu me esqueça de como são os teus beijos.

Eu e tu somos aquela música vadia, aquele tango sedutor e trágico e solitário, tocado por boémios bêbedos e vagabundos às quatro da manhã num bar de mau nome. Somos as fodas, a meia dúzia de fodas que daremos ao longo da vida.
Somos esses momentos em que olhamos um para o outro, e vemos apenas isto. Tu vês-me e eu vejo-te.
Foda-se...somos os gajos do Brokeback Mountain. Merda para isto.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ultimate porn script - not yet

Bem esta história de me desafiar a escrever o ultimate porn script é, no mínimo, um bloqueio literário. É que não me sai nada! Nem uma fraca e curriqueira cumshot me vem à cabeça! ( Seria mais para vir à cara...)
Queria ao menos uma coisa com a qualidade do mangalhos com açúcar...
Mas como o trabalho está a recomeçar, e com ele o desfilar de potenciais flirts, pode ser que os eventos conduzam  a literaturas generosas.

Ah e para este 2013 tenho já uma resolução de ano novo:

 Não foder homens massivos e enormes ...AKA gordos!

É que tive um sonho meio esquisito....passo a contar:
Estava a curtir um homem massivo e enorme...quem seria...! E beijos para cá, linguados para lá, e o gajo faz-me um lascivo minete enquanto me apalpa as mamas, e aperta-me e lambe-me toda e eu esfrego-me nele, ponho-lhe as mãos ao pescoço e começo a asfixia-lo lentamente, cada vez mais lhe corto o ar. O gajo pede broche...dos lábios dele saem as palavras em tom de súplica.
« Faz-me um broche.» E chama pelo meu nome.
 (Para todos os efeitos...) « Mata Hari...por favor! Chupa-me a pila.»
«Como só tu alguma vez fizeste..
E eu estava a gostar de ver o cabrão a implorar. Os olhos dele...o corpo a rebentar de desejo. E apertei mais. Lambi-lhe o pisso, beijei-o, meti-o na boca e chupei....e continuei a chupar. E o gajo chamava o meu nome, e implorava por mais...
Agarrei-lhe o pisso grosso e esfreguei-o na minha cona. E senti-a o a passar entre os lábios e o clitóris e a querer entrar.
« Queres disto é? »Dizia o cabrão com cara de tarado. Filho da puta! Comecei a saltar-lhe em cima e a fodê-lo...sentia aquele pisso grande e grosso a rasgar-me toda, mas aquela cara de puro prazer dele deu-me raiva e começei a asfixiá-lo.
O gajo ainda provoca mais e diz
 « Só isso? Pensei que sabias o que fazias..»
Eu aperto-o, e tiro-lhe quase o ar todo, mas o cabrão continua a chamar o meu nome...ao desafio. Da minha boca começa a sair o nome dele, mas nem é o fode-me ******, ou o ah sim ******, nem nada. É simplesmente o nome dele.
O cabrão começa-se a vir e eu sinto o esperma dele quente dentro de mim. Mas ele está sem reacção. «******?, *****? estás bem? » Mas o gajo nada. O cabrão teve um ataque cardíaco.
Começo a correr a pedir ajuda aos meus amigos e colegas, mas eles riem-se.
«Já sabíamos que um dia lhe ias dar um ataque cardíaco», diz um dos mais ressabiados.
«Mas isto é sério...ele está mesmo mal» respondi eu desesperada.
Olhei para o objecto do meu desejo cheio de sémen ainda, tal como estava o meu corpo e as minhas mãos.
No fundo eu sabia que aquele corpo não aguentava o meu desejo de dominatrix.
Por isso, com trauma vos digo...

Os big loves ficam para as raivosas das esposas!


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Apresenta-se o homem II

e de cada vez que te chupava, uma onda de prazer invadia-me.
E tu vieste-te quase de imediato...quando estamos juntos não temos mais de quinze anos de idade!
«Desculpa»
Olhei naqueles enormes blue eyes e disse...«é um elogio». E era...e é.
«Agora não vais ter para te foder»
Mas eu conheço aquele corpo. De alguma forma conheço o que vai dentro daquela cabeça...os sonhos, o medo incontrolável de ser traído pelo próprio corpo e não conseguir ficar teso, a puta da atitute...sim meu flirt, eu sei o que vai aí dentro.
«Deixa-me despir-te. Deixa-me dar-te prazer» Ele acedeu, sem expectativas, com as defesas baixas. Comecei novamente a chupá-lo, a sentir ainda o sabor do seu sémen, a adorar cada gesto, cada lambidela, cada provocação, cada beijo, cada chupão forte.
Foi com o entusiasmo de uma virgem que faz um broche pela primeira vez, e com a mestria de uma puta romana. Não sabia até então que os dois estados podiam acontecer ao mesmo tempo.
Passados uns dois ou três minutos tínhamos um homem teso e estupefacto, que saltou para cima de mim. Mais uma vez, ríamos como crianças. E ele penetrava-me e preenchia-me. A certa altura disse-me
«Vira-te para mim. Quero-te ver..quero olhar para ti»
Disse-o com a determinação de quem tem certezas. Era uma ordem. Obedeci, e fixei-o olhos nos olhos. Não é coisa que costumo fazer, porque a cara de foda não é bonita de se ver, pelo menos a minha. Mas naquele momento não havia considerações estéticas. Só eu e ele. O desejo que senti naquele momento era suficiente para me dar todo o poder.
Mas o meu corpo não aguentou e eu comecei a gemer e a querer agarrar com força tudo o que estava à mão. Acabei por me vir, e ele sentindo o meu descontrolo também se veio.
«És uma mulher muito bonita» e deu-me um beijo. Beijou-me toda. Agarrou-me o rosto com as mãos e beijou-me a testa e depois a boca. E eu agarrei-o e disse «obrigado, por tudo isto».
 Viemos todo o caminho de volta a rir e a conversar e tony iommi a tocar heaven and hell. Nem a propósito... Não resisti a provocá-lo incessantemente. Voltámos à realidade, à responsabilidade, e à nossa idade.

«You were there for summer dreaming. And you gave me what I needed. And I hope you find your freedom for Eternity

Apresenta-se o homem.

Apresenta-se o homem.
Chegaste invulgarmente meigo e dado, quando eu já estava a perder a paciência contigo.Abraçaste-me e disseste...hoje venci!
Como assim?
Hoje consegui o que queria.
Ainda bem...fico feliz por ti.
Começámos-nos a beijar e a rir como crianças... «Pára com isso moça!» e rias-te...como se estivesses pedrado!
Eu respondia...«larga-me moço! chega para lá essa tusa! Não me provoques!» e agarrava-te intensamente, mordia-te os lábios, tu chupavas a minha língua. E provocávamos-nos...e fugias e eu perseguia-te. Eu recusava-te beijos e tu rias-te e arrancavas-mos e não nos largávamos....
 E eu percorria a tua boca, com a minha língua descia pelo teu queixo e beijava o teu pescoço...ficaste louco! «Oh moça! Porta-te bem!» imploravas...Deste-me uma forte palmada  no rabo, e eu senti aquele aperto de desejo pelo corpo todo...a minha garganta parecia querer fechar, asfixiando-me momentaneamente.
«Assim não me convences a parar...só fazes pior!»
«Tu gostas disto...» e riamos-nos como miúdos...garotos que sabiam   que estavam a fazer asneiras! Meteste-me a mão dentro das calças e eu estava completamente molhada...louca de desejo por ti...«Meu Deus...tu estás totalmente passada!»
Mas não havia tempo para estarmos juntos...e eu sabia disso.
Afastei-me e disse «Ah...não...eu estou bem! Além disso o acordo era apenas uma foda por ano, portanto até amanhã...descansa e vai para casa.» Virei costas.
Ele agarrou-me e virou-me para ele.
Não consegui evitar...começei a dizer «Fode-me..fode-me...Fo... de....meeee»
 Fomos embora como dois catraios e rumámos a sul. Todo o caminho o beijei e o provoquei enquanto ele conduzia, ao som da  guitarra de tony iommi. «Chegámos» disse.
Há quanto tempo te queria nos meus braços. Desapertei-te as calças, e lentamente, muito lentamente, com o controlo total...olhei-te, fixei-te e enconstei os lábios ao teu pisso.
O desejo corria-me nas veias, e começei a chupar-te.


the man himself (Tony Iommi)






quarta-feira, 7 de novembro de 2012

I see the want to in your eyes

Quero expressar o que me passa na cabeça e não me deixa em paz. sei que amanhã vou estar contigo e que é o teu aniversário e isso não me sai da cabeça.
Não sei como vais reagir, se me vais tratar muito bem ou ficarás muito indiferente. Sei que queres porque eu quero, ou melhor, começaste a querer porque viste o quanto eu te queria. Talvez tenhas ficado perplexo por uma mulher te querer. E querer desta maneira...ficar molhada como uma puta.
Tu disseste que não, que te sentias atraído por mim há muito tempo senão não mandavas os piropos, mas também disseste que não andavas à procura. Que se acontecesse  acontecia mas que não andavas à procura. Não sei o que pensar porra.
Nem sei o que tu pensas, nem como te sentes. Estranhei o telefonema. Fiquei feliz por sentir a tua vontade. E por sentir a tua contrariedade quando as circunstancias impediram de estarmos juntos. Agora o que me fode é que deito a cabeça na almofada à noite a pensar em ti, e quando acordo de manhã és a primeira coisa que me vem à cabeça. Não pode!
É este o rosto do desejo? Ou da fraqueza? Não sonho em ficar contigo para sempre nem casar contigo nem essas merdas. Mas sonho em ir de férias contigo para um sitio onde ninguém nos apanhe.Sonho connosco a tomar banho nus  numa praia paradisíaca. Sonho contigo a cozinhares para mim e eu a beber champanhe. Sonho em escapar-me da minha vida, que desta perspectiva me parece miserável quando comparada com os momentos que passamos juntos...por mais efémeros que sejam.
Gosto de ti, o melhor, da ideia de estar contigo. Não sei se é paixão, ou amor ou o crl. Mas o certo é que desatina. Isto vindo de quem escreveu «separação e compartimentação» soa um pouco hipócrita, até para mim.
Desatino a pensar que tu não pensas em mim. Que consegues na perfeição « separar e compartimentar ». Que te delicias a ver-me inflamada de desejo, mas se soubesses que não me sai da cabeça...passavas-te. Ou talvez não. 
Disse-te que tinha de arranjar outra pessoa, com menos problemas e compromissos. Para me dar o que eu quero. Para viver a aventura, como se fosse uma longa despedida de solteiro. Para sentir a vida a correr-me nas veias. Tu respondeste-me «ai é? e o que é que tu queres?» « quero fodas inesquecíveis», e continuei..« quero-te a ti». 
« Também te quero a ti » e vi a vontade nos teus olhos. Incendiado. Ou então estavas a reflectir a vontade dos meus olhos.
As mulheres e os seus esquemas silenciosos, calculistas, controladores... os seus desejos que ardem e ninguém poderia adivinhar...
Que lhe consomem toda a essência. 
Sempre a ouvir a mesma música...Apetece-me fazer-te ciúmes. Apetece-me arranjar mil e um esquemas para te ver rastejar, para que me queiras incontrolavelmente.
 Para que o teu desejo se equipare ao meu.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Ainda sobre a imortal obra de Hank Moody - Esclarecimentos



Ainda sobre a imortal obra de Hank Moody - Esclarecimentos

A confusão:
Tomei conhecimento de algumas confusões sobre o meu post «Fucking and Punching». A arte em questão, tal como ele a profetiza não tem a ver com a brutalidade de algumas senhoras em cravar as unhas  ( normalmente postiças) no parceiro, deixar arranhadelas de alto a baixo nas costas das pessoas durante o acto, como se tivessem sido atacados por um tigre.
Desenganem-se caros leitores, e público em geral. Passo a esclarecer,

A essência:
Imaginem a situação de estarem intimamente com alguém, a.k.a. na foda, e sentirem que o vosso corpo não é veículo suficiente do que realmente sentem. Ou seja, a foda propriamente dita acontece, mas querem sempre mais e mais...Parece que por mais que fodam, a sede daquela pessoa não sacia. E podem estar ali a foder há horas e são para aí umas 4 da manhã e um diz ao outro...eh pah vamos compar qualquer merda para comer numa estação de serviço qualquer....só para ver se se controlam e se fisicamente se conseguem largar.... Devo avisar que estas fodas épicas acontecem mais nos primeiros encontros.
Estas situações são potenciais candidatas à arte de Fucking and Punching. Isto é se ela quiser.
O respeito
Uma ressalva: sou 100% pró-igualdade entre sexos, mas dar uma direita numa mulher parece-me visceralmente errado. Por mais igualdade de direitos que exista, há merdas que não se fazem.O F&P distancia-se do flagelo da violência doméstica.
 Requer um talento por parte de quem o faz e um desejo muito forte de quem leva a direita propriamente dita ( também poderá  ser uma esquerda).
A verdade
Convido os meus caros leitores a descobrir alguém que o queira fazer... não é a mesma coisa que estar disposto a fazer só para agradar a uma taradice do parceiro/a! Se forem apenas para agradar, porque ah e tal este gajo gosta de levar uns murros....ESQUEÇAM!
Nem todos os comportamentos são para todas as pessoas. Descubram o que querem...o QUE DESEJAM, o que vos reprime e frustra.
Por vezes não vale a pena dizer ao gajo (ou à miúda ) com quem estamos « Ah e tal...apetecia-me aquilo...gostava de fazer isto ». Procurem a sintonia perfeita, mesmo que não seja com a pessoa com quem estão....São apenas umas fodas.
Na minha opinião é preferível «saltar a cerca/ dar umas facadas»sei lá , como lhe queiram chamar...do que estar a conduzir a natureza do outro/outra ao sabor dos nossos próprios desejos. Num outro post falarei disto também.
E já sabem...FODAM-SE TODOS!