Este fim de semana deixei e encoragei o meu oficial a flirtar com uma polaca minha colega. Ainda lhe disse...homem, se lhe conseguires saltar à cueca, ao menos deixa-me assistir para eu ficar contente. Talvez assim o coirão me deixe participar!!!
Eu gosto de dar liberdade ao homem para se sentir desejado. Aumenta-lhe a auto estima e a mim deixa-me mais livre para seguir os meus desatinos.
Ah os desatinos que dançam e rodopiam na minha cabeça, e vão para sempre ao mesmo sítio! Áquele pisso grosso que me incendeia. Que me faz sentir uma adolescente insensata! Meu flirt, a tua pila merecia um poema épico.
Daqui a pouco vou almoçar com ele, se me apetecer. Ele na sexta-feira ligou-me a assegurar que eu ia. Mas só vou se me der na cabeça. Às vezes evito de estar com o gajo porque só gosto de o ver de uma maneira: fodão a querer foder tudo. E quando ele tem assim dias em que está mais quebrado, sinto-me mal por desejar um homem tão normal e igual aos outros.
Um homem normal já eu tenho em casa. Aliás, é bem acima do normal. Um cavalheiro e um companheiro, só não é safado e devasso como eu gosto.
Impróprio, irreverente, picante e irascível...Sensual e erótico. Blogue de quem tem opiniões próprias e de quem quiser participar
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
What bad girls like
Depois o último post neste blog pus-me a pensar...porque raio eu gosto daquele gajo? O tipo não tem nada. É gordo...não é cheiinho...é mesmo gordo. Tem uns olhos azuis assim como o Cristopher Lambert, fora isso nada, e eu nem sou muito adepta de olhos azuis.
Mas que raio...foda-se. Porque é que este desatino não pára de bater?
Bem...eu sou uma menina má...mázinha. Daquelas que se o apanhava a jeito lhe dava uma foda numa qualquer casa de banho. Ou lhe faria um broche debaixo da mesa durante uma reunião de trabalho. Talvez lhe desse uns amassos valentes a contra-relógio num canto 5 minutos antes da mulher dele chegar. Assim mázinha. Mázinha o suficiente. Mas orgulhosamente mázinha.
Sei que o gajo está muito abaixo do meu campeonato. Ele também sabe disso. Mas o meu desejo é doente e é aquele.
É o bad boy armado em empresário e homem de família. Mas no fundo não passa de um bad boy. Doente como eu. Desatinado. Digo-te bad boy, podes tentar levar uma vida séria e tal...mas a tua essência continua aqui nesta doença que nos atrai e repele, neste amor ódio que nos faz sentir vivos.
E volta e meia desprezas-me, só para me atraíres ainda mais. Porque as meninas más gostam dos homens com atitude, que sabem que elas lhe vão comer à mão. Posso lutar contra isto, e luto, mas é tão em vão.
Que se foda! Uma pessoa tem de ter um lado negro, e este é o meu...és tu meu flirt. Porque as bad girls gostam sempre dos bad boys!
Mas que raio...foda-se. Porque é que este desatino não pára de bater?
Bem...eu sou uma menina má...mázinha. Daquelas que se o apanhava a jeito lhe dava uma foda numa qualquer casa de banho. Ou lhe faria um broche debaixo da mesa durante uma reunião de trabalho. Talvez lhe desse uns amassos valentes a contra-relógio num canto 5 minutos antes da mulher dele chegar. Assim mázinha. Mázinha o suficiente. Mas orgulhosamente mázinha.
Sei que o gajo está muito abaixo do meu campeonato. Ele também sabe disso. Mas o meu desejo é doente e é aquele.
É o bad boy armado em empresário e homem de família. Mas no fundo não passa de um bad boy. Doente como eu. Desatinado. Digo-te bad boy, podes tentar levar uma vida séria e tal...mas a tua essência continua aqui nesta doença que nos atrai e repele, neste amor ódio que nos faz sentir vivos.
E volta e meia desprezas-me, só para me atraíres ainda mais. Porque as meninas más gostam dos homens com atitude, que sabem que elas lhe vão comer à mão. Posso lutar contra isto, e luto, mas é tão em vão.
Que se foda! Uma pessoa tem de ter um lado negro, e este é o meu...és tu meu flirt. Porque as bad girls gostam sempre dos bad boys!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Love letter
Meu amor, minha paixão.
Estou a morrer de saudades tuas. Não sei bem explicar porquê. Sinto a falta do teu cheiro e de passar as mãos pelos teus cabelos. És especial para mim, ainda que diversas vezes me pergunte se terei algum significado para ti.São interrogações tolas, stresses de gaja, já te imagino a dizer. Sem paciência para me aturares, eu que até acho que sou uma mulher fácil de aturar. Não faço muitas perguntas, não controlo nem tão pouco me apetece controlar. Não faz o meu estilo. Não me sinto bem a fazer isso.
Sempre que te ligo e te pergunto « como estás?», e tu respondes-me sempre onde estás. Se estiveres dentro das calças, tudo bem. Se estiveres sem elas, melhor ainda! Aproveita, que é da maneira que me excitas mais....Imaginar-te a beijar outra, a foder uma qualquer...é inebriante. Só me apetece consumir-te como um incêndio que deflagra dentro de mim.
O meu corpo fica incapaz de expressar o desejo. Não o contenho, ele transborda, é maior que eu. E tu sem paciência para me aturares.
Posso dar a desculpa que estás sem paciência para aturar a vida, que estás numa fase difícil e blá blá blá.....parece-me conversa fiada. Mesmo tu tendo confessado que estás na pior fase da tua vida.
É que eu tenho tanto para te dar e para te arrancar. Tantos beijos que eu tenho por dar. Quem me dera que isto me passasse, queria tanto!
Às vezes rezo e peço a Deus que me dê a oportunidade de me cansar de ti antes que tenha de arrancar tudo o que sinto por ti de dentro de mim, como quem arranca uma silva pela raíz. Tem de se escavar bem fundo, levantar tanta terra, fragmentar tanta coisa. Depois...
Depois fica-se em pedra, estéril para sentimentos e para paixões.
Não quero fazer de ti um marido, nem um santo. Não te quero mudar, salvar e moldar à minha vontade. As pessoas não são pedaços de barro que moldamos ao sabor dos nossos caprichos. Se gosto de ti, é por aquilo que tu és, sem mais nem menos.
Não quero prender-te, educar-te, civilizar-te, o que for...
Se me apaixonei por ti assim, politicamente incorrecto, com a puta da mania e um feitio muito próprio que só me apetece arrancar a chicote, que seja! Foi assim que te quis, e é assim que eu te quero.
Não quero fazer de ti um marido. Nunca te prenderei. Só te agarro quando estiveres nos meus braços. Só aí és meu, despido de tudo. Sem familia nem problemas. Só aí eu olho para ti e vejo-te, até ao mais profundo de ti.Só aí nos olhamos e não somos mais nada que nós.
Somos eu e tu no meio de uma ou duas risadas, como garotos a fazer asneiras. E somos garotos a fazer asneiras. Mas como poderíamos não as fazer?
Às vezes vejo-te a fugir, a aperceberes-te da realidade da tua vida, e como contrasta com o que existe quando nós estamos juntos. Se reparares, se te permitires um rasgo de sensatez, sabes que tens uma vida da qual não te podes queixar. E sabes que eu posso dizer o mesmo.
Não precisas de fugir. O que nós temos só existe quando estamos nos braços um do outro. O resto, meu caro, é desatino. São efeitos colaterais de quem se atreve a viver. Esquece isso e aguenta-te. Eu deste lado tento fazer o mesmo.
Confesso que te procuro noutros beijos e noutros abraços. Não sei porque o faço. Talvez exista em mim a esperança de que um dia esses beijos sejam iguais aos teus. Ou sejam suficientemente parecidos com os teus para que eu me contente. Ou que passe tanto tempo que eu me esqueça de como são os teus beijos.
Eu e tu somos aquela música vadia, aquele tango sedutor e trágico e solitário, tocado por boémios bêbedos e vagabundos às quatro da manhã num bar de mau nome. Somos as fodas, a meia dúzia de fodas que daremos ao longo da vida.
Somos esses momentos em que olhamos um para o outro, e vemos apenas isto. Tu vês-me e eu vejo-te.
Foda-se...somos os gajos do Brokeback Mountain. Merda para isto.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
I see the want to in your eyes
Quero expressar o que me passa na cabeça e não me deixa em paz. sei que amanhã vou estar contigo e que é o teu aniversário e isso não me sai da cabeça.
Não sei como vais reagir, se me vais tratar muito bem ou ficarás muito indiferente. Sei que queres porque eu quero, ou melhor, começaste a querer porque viste o quanto eu te queria. Talvez tenhas ficado perplexo por uma mulher te querer. E querer desta maneira...ficar molhada como uma puta.
Tu disseste que não, que te sentias atraído por mim há muito tempo senão não mandavas os piropos, mas também disseste que não andavas à procura. Que se acontecesse acontecia mas que não andavas à procura. Não sei o que pensar porra.
Nem sei o que tu pensas, nem como te sentes. Estranhei o telefonema. Fiquei feliz por sentir a tua vontade. E por sentir a tua contrariedade quando as circunstancias impediram de estarmos juntos. Agora o que me fode é que deito a cabeça na almofada à noite a pensar em ti, e quando acordo de manhã és a primeira coisa que me vem à cabeça. Não pode!
É este o rosto do desejo? Ou da fraqueza? Não sonho em ficar contigo para sempre nem casar contigo nem essas merdas. Mas sonho em ir de férias contigo para um sitio onde ninguém nos apanhe.Sonho connosco a tomar banho nus numa praia paradisíaca. Sonho contigo a cozinhares para mim e eu a beber champanhe. Sonho em escapar-me da minha vida, que desta perspectiva me parece miserável quando comparada com os momentos que passamos juntos...por mais efémeros que sejam.
Gosto de ti, o melhor, da ideia de estar contigo. Não sei se é paixão, ou amor ou o crl. Mas o certo é que desatina. Isto vindo de quem escreveu «separação e compartimentação» soa um pouco hipócrita, até para mim.
Desatino a pensar que tu não pensas em mim. Que consegues na perfeição « separar e compartimentar ». Que te delicias a ver-me inflamada de desejo, mas se soubesses que não me sai da cabeça...passavas-te. Ou talvez não.
Disse-te que tinha de arranjar outra pessoa, com menos problemas e compromissos. Para me dar o que eu quero. Para viver a aventura, como se fosse uma longa despedida de solteiro. Para sentir a vida a correr-me nas veias. Tu respondeste-me «ai é? e o que é que tu queres?» « quero fodas inesquecíveis», e continuei..« quero-te a ti».
« Também te quero a ti » e vi a vontade nos teus olhos. Incendiado. Ou então estavas a reflectir a vontade dos meus olhos.
As mulheres e os seus esquemas silenciosos, calculistas, controladores... os seus desejos que ardem e ninguém poderia adivinhar...
Que lhe consomem toda a essência.
Sempre a ouvir a mesma música...Apetece-me fazer-te ciúmes. Apetece-me arranjar mil e um esquemas para te ver rastejar, para que me queiras incontrolavelmente.
Para que o teu desejo se equipare ao meu.
Não sei como vais reagir, se me vais tratar muito bem ou ficarás muito indiferente. Sei que queres porque eu quero, ou melhor, começaste a querer porque viste o quanto eu te queria. Talvez tenhas ficado perplexo por uma mulher te querer. E querer desta maneira...ficar molhada como uma puta.
Tu disseste que não, que te sentias atraído por mim há muito tempo senão não mandavas os piropos, mas também disseste que não andavas à procura. Que se acontecesse acontecia mas que não andavas à procura. Não sei o que pensar porra.
Nem sei o que tu pensas, nem como te sentes. Estranhei o telefonema. Fiquei feliz por sentir a tua vontade. E por sentir a tua contrariedade quando as circunstancias impediram de estarmos juntos. Agora o que me fode é que deito a cabeça na almofada à noite a pensar em ti, e quando acordo de manhã és a primeira coisa que me vem à cabeça. Não pode!
É este o rosto do desejo? Ou da fraqueza? Não sonho em ficar contigo para sempre nem casar contigo nem essas merdas. Mas sonho em ir de férias contigo para um sitio onde ninguém nos apanhe.Sonho connosco a tomar banho nus numa praia paradisíaca. Sonho contigo a cozinhares para mim e eu a beber champanhe. Sonho em escapar-me da minha vida, que desta perspectiva me parece miserável quando comparada com os momentos que passamos juntos...por mais efémeros que sejam.
Gosto de ti, o melhor, da ideia de estar contigo. Não sei se é paixão, ou amor ou o crl. Mas o certo é que desatina. Isto vindo de quem escreveu «separação e compartimentação» soa um pouco hipócrita, até para mim.
Desatino a pensar que tu não pensas em mim. Que consegues na perfeição « separar e compartimentar ». Que te delicias a ver-me inflamada de desejo, mas se soubesses que não me sai da cabeça...passavas-te. Ou talvez não.
Disse-te que tinha de arranjar outra pessoa, com menos problemas e compromissos. Para me dar o que eu quero. Para viver a aventura, como se fosse uma longa despedida de solteiro. Para sentir a vida a correr-me nas veias. Tu respondeste-me «ai é? e o que é que tu queres?» « quero fodas inesquecíveis», e continuei..« quero-te a ti».
« Também te quero a ti » e vi a vontade nos teus olhos. Incendiado. Ou então estavas a reflectir a vontade dos meus olhos.
As mulheres e os seus esquemas silenciosos, calculistas, controladores... os seus desejos que ardem e ninguém poderia adivinhar...
Que lhe consomem toda a essência.
Sempre a ouvir a mesma música...Apetece-me fazer-te ciúmes. Apetece-me arranjar mil e um esquemas para te ver rastejar, para que me queiras incontrolavelmente.
Para que o teu desejo se equipare ao meu.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Epifânia
Quarta-feira, 10 de Outubro de
2012
Sem querer tornar este blog, que é para todos os efeitos o meu santuário pessoal, numa lamecha pegada, hoje vos digo caros daconianos e daconianas que tive um daqueles fenómenos que o povo e os gajos da IURD denomina de Epifânia.
Depois de um quase salto à espinha do meu flirt, deu-me (vejam lá essa merda) para reflectir.
Pensando eu que ia mais fazer o meu flirt flectir, uma vez e outra, e mais outra, dar-lhe tau tau (e levar...que eu sou pró-igualdade!), spank spank, experimentar as merdas mais perversas que o Marquês de Sade descortinou na sua vasta e rica obra literária...os eventos da vida levaram-me a reflectir. Passo a contar:
Estava eu muito bem a caminho do meu trabalho, quando sinto uma presença atrás de mim. Pelo volume de ar deslocado, só podia ser o meu flirt! Um homem massivo e enorme, com um paleio que me enche as medidas....
Ah flirt do caralho! Trepava-te como se fosses um varão de strip!
Adiante. Abraçou-me e disse...nem me cumprimentas! Eu lá acedi e agarrei-o ao de leve...estava imensa gente a passar...E AINDA POR CIMA veio com esta
«sabes que estou sozinho hoje?»
Respondi « sei...queres que tome conta de ti?»
«Eh pá...Tá lá a minha *** de volta dos miudos...»
«Eu fico com o mais velho para cuidar...tratava bem de ti...»
Eh pá e tratava...o pior que lhe podia acontecer seria uma fratura pélvica de eu tanto lhe saltar em cima. Mas ainda não vi ninguém que não ficasse feliz com uma lesão dessa natureza.
O meu flirt ficou extasiado com a ideia. O rosto mudou várias vezes de expressão, centenas de pensamentos fluíam naquela cabeça, o impensável, o que prometemos vezes sem conta fazer antes de morrer...o 3-some que podíamos fazer com aquela amiga boazona, evoluindo para uma suruba com outro gajo ..podiamos experimentar o chicote, algemas, a tão desejada asfixia auto-erótica, o fucking and punching, e a foda carinhosa na praia (mas não muito) que sela o fim de uma noite que levaríamos selada até ao túmulo.
« Ela matava-me» balbuciou em seco. Estava preso.
« Ninguém precisa de saber» disse-lhe ao ouvido. O rosto voltou-se a transformar inúmeras vezes, gelando novamente de volta à realidade.
Parece que estou sempre a reviver esse momento. A expressão facial que me dá a volta à cabeça... simplesmente PERDE-SE, desaparece.
Passadas umas horas estava eu à espera da boleia para casa, e o meu flirt passa outra vez por mim.
«tás sozinha?»
«...e abandonada» respondi com um sorriso desafiante
«não tens para onde ir?» (mas o gajo é safado, sempre a provocar)
«porquê? queres-me levar para algum lado é?»
«eh pá...» e começou a ficar de novo encaralhado...outra vez a luta épica entre a tentação e o correcto...Vendo o cenário atalhei
« não...estou à espera de boleia...deve estar a chegar a qualquer momento»
«Está bem então...fica bem»
Afastou-se depressa, depois abrandou e estacou. Virou-se para trás e disse com ar meio maroto meio chateado « Hei-de te cobrar o que estás a dizer!»
Perplexa respondi « És um fodão mas é só garganta!»
«Espera e vais ver» respondeu e acabou a conversa.
Assim fiquei. Continuou o filha da puta do desatino, agora com um rosto agridoce...tentação e culpa. Uma divisão entre o temos de fazer isto, e o não podemos fazer isto. Entre a foda e a fidelidade.
Eu acho que conseguia manter a minha poker face, mas isto podem ser devaneios do excesso de tusa que o gajo me dá.
Tinha em tempos arranjado uma foto do meu flirt para aí com uns vinte anos, bem escondida no meu pc. Tem aquela expressão... De vez em quando olho para ela e penso...já levavas umas fodas...
Eh pá sei lá...fico mais alegre...a vida não me parece assim tão madrasta enquanto existirem flirts assim.
Hoje, estaria a passar os olhos nuns documentos já há algumas horas...foda-se...entediada como tudo, dou com um documento da autoria do meu flirt.
Folheei e nada que me servisse para o meu trabalho.
Na página da dedicatória dizia: «
Aos meus amores, *** e ***»
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