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terça-feira, 16 de abril de 2013

Retalhos da minha vida

Retalho #1
O Boavista está na 1ª divisão .

Retalho #2
O meu psiquiatra médico de familia diz que ser casada e foder homens casados é normal. A culpa que as pessoas possam sentir provém de séculos e séculos de repressão judaico-cristã enraizada na nossa cultura ( juro por tudo que o gajo é licenciado e que me disse isto)

Retalho #3
Tenho uma amiga toda boazona, de sexualidade ambígua que gosta de levar tau tau. E que mandem nela. E que a fodam bem fodida.

Retalho #4
Gosto de bad boys. Gosto de foder bad boys, e que eles me fodam.

Retalho #5
Sou perseguida por esposas ciúmentas. Foda-se! Vão para a puta que as pariu.

Retalho #6
Sou especialista em broches. Do inglês « blow job expert». E sempre que faço um broche, o dono do pisso pergunta-me «Onde é que aprendeste a fazer isso?» Será que o animal quer mesmo saber???? Não me parece.

Retalho #7
O meu flirt está com complexos de culpa porque a mulher dele sonhou comigo. Flirt...vai para a puta que te pariu! Ela não é bruxa, porque se fosse, adivinhava o euromilhões e tu não estavas endividado até ao pescoço. Nem sequer tens pescoço...Fester Addams do caralho.

Retalho #8
Isto é um blog de fodas. Aqui fode-se! Agora ponham-se a fazer corridas...Eh pá fodam! É de graça! Pelo menos para mim...

quarta-feira, 20 de março de 2013

What bad girls like

Depois o último post neste blog pus-me a pensar...porque raio eu gosto daquele gajo? O tipo não tem nada. É gordo...não é cheiinho...é mesmo gordo. Tem uns olhos azuis assim como o Cristopher Lambert, fora isso nada, e eu nem sou muito adepta de olhos azuis.
Mas que raio...foda-se. Porque é que este desatino não pára de bater?
Bem...eu sou uma menina má...mázinha. Daquelas que se o apanhava a jeito lhe dava uma foda numa qualquer casa de banho. Ou lhe faria um broche debaixo da mesa durante uma reunião de trabalho. Talvez lhe desse uns amassos valentes a contra-relógio num canto 5 minutos antes da mulher dele chegar. Assim mázinha. Mázinha o suficiente. Mas orgulhosamente mázinha.
Sei que o gajo está muito abaixo do meu campeonato. Ele também sabe disso. Mas o meu desejo é doente e é aquele.
É o bad boy armado em empresário e homem de família. Mas no fundo não passa de um bad boy. Doente como eu. Desatinado. Digo-te bad boy, podes tentar levar uma vida séria e tal...mas a tua essência continua aqui nesta doença que nos atrai e repele, neste amor ódio que nos faz sentir vivos.
E volta e meia desprezas-me, só para me atraíres ainda mais. Porque as meninas más gostam dos homens com atitude, que sabem que elas lhe vão comer à mão. Posso lutar contra isto, e luto, mas é tão em vão.
Que se foda! Uma pessoa tem de ter um lado negro, e este é o meu...és tu meu flirt. Porque as bad girls gostam sempre dos bad boys!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

blowing new year's resolutions

Resoluções de ano novo

É com muita mágoa que aqui me confesso: A minha resolução de ano novo foi ao ar (mágoa nenhuma foda-se!).
Em minha defesa, o gajo apareceu-me à frente, e eu não resisti àquele pisso grosso que mal me cabe na boca. É que nem é o comprimento que me fascina...é a largura! Porra! Isto não se faz !
E pensam vocês...ah e tal como é que esta gaja foi cair nisto outra vez.???
Simples meus caros...o gajo apareceu-me à frente. E eu, como boa menina que sou, cheia de boas resoluções de ano novo, encostei-o a um canto e disse...
«Hoje não sais daqui sem levares uns valentes amassos»
O gajo respondeu que estava assustado, que parecia uma cena do tipo fifty shades of grey.
«Oh, não tenhas medo...eu faço devagarinho...beijo-te devagarinho...chupo-te devagarinho...e fodo-te tão devagarinho, mas tão devagarinho....»
«Ah e tal, já falamos...» (deve ter ido esconder-se na casa de banho ou o crl)
Passado um bocado, ia ter com o meu chefe, e encontrei o meu flirt no elevador. Assim que aquelas portas se fecharam eu disse
«Sabes que estás condenado...» O gajo ria-se meio nervosamente, e eu encostava-me a ele...cada vez mais perto...

«Bem pelo menos desta vez ainda aguentaste umas 4 horas» Confesso que desconheço os parâmetros da contagem dele...Isto aconteceu depois de almoço, mas não faço ideia se ele chegou 4 horas antes ou assim. Agora que estou a escrever isto, noto que ele esteve efectivamente a contar as horas. Se isto são só umas fodas...eu não me daria a esse trabalho. Dá que pensar....
«Hum... tu hoje não sais daqui sem eu te saltar em cima e te foder até revirares os olhos meu caro» 
É claro que começámos no amasso, beijos para cá...linguados para lá. Enfim, o que é doce ainda não amargou,  portanto continua-se. O gajo asfixiava-me e dizia...
«Afinal quem é o homem aqui?»
Já que eu ia levar um processo de assédio por parte de um homem que pesa o dobro de mim e tem literalmente dois metros, disse para mim mesma...«Que se foda!» E desapertei-lhe as calças.
Fiz-lhe um requintado blow job que foi literalmente o blowing up das minhas resoluções de ano novo. Não foi tão inspirado como o último que lhe fiz é uma verdade, mas o gajo tava mais teso, e aquele pisso grosso dá cabo de mim. Um dia hei-de o medir, pelo diâmetro da cabeça e do pescoço. Aqui prometo que se o fizer, colocarei no blog um gráfico de variação de grossura por comprimento, com correcção de erros e desvios...o mais cientificamente correcto possível. Gostava também de colocar uma foto do dito pisso, mas arrisco-me a que algum de vocês o identifique por aí....é que um pisso daqueles não se esquece facilmente. 
Ia a contar o blow job...eu estava menos à vontade do que gostaria, mas fiz questão de o meter todo na boca e de o reclamar como minha posse. Quando o gajo estava quase a vir-se, quis tirar-mo das mãos. Eu afastei-o, como quem diz  «Eh pá...tenho competencia ou não? Foda-se deixa estar que está em boas mãos! »
Ainda chupei mais fundo, iniciei-me nas artes do deep throat e senti-o todo ele a pulsar, com o seu sémen quente a descer pela minha garganta abaixo. Mais uma vez, o gajo ficou parvo.
 «Scary shit!» balbuciou. 
Mas eu tinha de provar mais uma vez ( e melhor) o sabor dele.
Como é o ditado?

A mulher engole, a amante cospe, e a namorada diz...o que é que eu faço com isto?? 

Será assim? É que se for...ando a engolir a menos de um lado e a mais do outro...





quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ultimate porn script - not yet

Bem esta história de me desafiar a escrever o ultimate porn script é, no mínimo, um bloqueio literário. É que não me sai nada! Nem uma fraca e curriqueira cumshot me vem à cabeça! ( Seria mais para vir à cara...)
Queria ao menos uma coisa com a qualidade do mangalhos com açúcar...
Mas como o trabalho está a recomeçar, e com ele o desfilar de potenciais flirts, pode ser que os eventos conduzam  a literaturas generosas.

Ah e para este 2013 tenho já uma resolução de ano novo:

 Não foder homens massivos e enormes ...AKA gordos!

É que tive um sonho meio esquisito....passo a contar:
Estava a curtir um homem massivo e enorme...quem seria...! E beijos para cá, linguados para lá, e o gajo faz-me um lascivo minete enquanto me apalpa as mamas, e aperta-me e lambe-me toda e eu esfrego-me nele, ponho-lhe as mãos ao pescoço e começo a asfixia-lo lentamente, cada vez mais lhe corto o ar. O gajo pede broche...dos lábios dele saem as palavras em tom de súplica.
« Faz-me um broche.» E chama pelo meu nome.
 (Para todos os efeitos...) « Mata Hari...por favor! Chupa-me a pila.»
«Como só tu alguma vez fizeste..
E eu estava a gostar de ver o cabrão a implorar. Os olhos dele...o corpo a rebentar de desejo. E apertei mais. Lambi-lhe o pisso, beijei-o, meti-o na boca e chupei....e continuei a chupar. E o gajo chamava o meu nome, e implorava por mais...
Agarrei-lhe o pisso grosso e esfreguei-o na minha cona. E senti-a o a passar entre os lábios e o clitóris e a querer entrar.
« Queres disto é? »Dizia o cabrão com cara de tarado. Filho da puta! Comecei a saltar-lhe em cima e a fodê-lo...sentia aquele pisso grande e grosso a rasgar-me toda, mas aquela cara de puro prazer dele deu-me raiva e começei a asfixiá-lo.
O gajo ainda provoca mais e diz
 « Só isso? Pensei que sabias o que fazias..»
Eu aperto-o, e tiro-lhe quase o ar todo, mas o cabrão continua a chamar o meu nome...ao desafio. Da minha boca começa a sair o nome dele, mas nem é o fode-me ******, ou o ah sim ******, nem nada. É simplesmente o nome dele.
O cabrão começa-se a vir e eu sinto o esperma dele quente dentro de mim. Mas ele está sem reacção. «******?, *****? estás bem? » Mas o gajo nada. O cabrão teve um ataque cardíaco.
Começo a correr a pedir ajuda aos meus amigos e colegas, mas eles riem-se.
«Já sabíamos que um dia lhe ias dar um ataque cardíaco», diz um dos mais ressabiados.
«Mas isto é sério...ele está mesmo mal» respondi eu desesperada.
Olhei para o objecto do meu desejo cheio de sémen ainda, tal como estava o meu corpo e as minhas mãos.
No fundo eu sabia que aquele corpo não aguentava o meu desejo de dominatrix.
Por isso, com trauma vos digo...

Os big loves ficam para as raivosas das esposas!


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

The Bro Code

O bro code como eu o escrevo:


 You shall not snitch on your bro. 

Não denunciarás o teu bro (sister).
Quando te apercebes que existe uma química estranha entre o teu bro e uma gaja, o mais roto possível que podes fazer é chegar lá e dizer...
Andas a comer a gaja? 
Melhor ainda...
Andas a papar a gaja?
Isto é do piorio. Se o teu bro anda a comer a gaja e não te diz, é porque não quer! Para que lhe vais perguntar, sócio?

Do not infer about Anna Karenina to your bro.

Não farás insinuações sobre a Anna Karenina ao teu bro.
Se sabes ou tens quase quaase quuuuaaase a certeza que o teu bro anda a pular a cerca, não lhe dês o sermão de cavalheiros sobre moral e bons costumes. Primeiro, porque o teu bro não quer saber da tua moralidade ( ou da falta dela ), e segundo porque mais cedo do que pensas vais estar na mesma situação que o bro.
Não adiantam considerações do estilo...ah dessa água não beberei e tal. Quando tiveres 90 anos e não conseguires levantar o pisso, e nunca tiveres bebido de outra água. Aí sim! Podes dizer...ah e tal dessa água não bebi. E infelizmente também já não posso beber!
Serás aquilo a que se chama um triste filho da puta. E um triste filho da puta a perguntar quem é a Anna Karenina. Não sejas esse bro. Ninguém quer esse bro para nada. Ninguem sabe o que vai dentro de uma pessoa para julgar, e a moral tal e qual como a temos hoje não é mais que o resultado de séculos de opressão de uma cultura judaico-cristã que não tem feito mais que semear a hipocrisia.
Se o teu bro tem um flirt, oferece-lhe o teu apartamento para dar umas pinocadas. Oferece-lhe o teu alibi, sem que o bro se sinta constrangido a pedir-to...Para todos os efeitos estiveste comigo a fazer isto ou aquilo...Isto, meus caros emociona um bro, toca-lhe na alma são as palavras que cimentam um bro-mance até ao fim dos vossos dias.


You shall not clash with your bro's flirt.

Não implicarás com o flirt do teu bro.
Ok, é sabido por ti que o teu bro anda realmente a pular a cerca. Mas tu não curtes a miúda que ele anda a comer! Eh pá...bro...azar! Tens duas abordagens kamikaze aqui:

KAMIKAZE # 1 Falar mal dela.
 Ah e tal...fulana é uma mulher perigosa e tal, não te metas com ela. Bro! WTF? Queres comer a gaja?
Ou querias que o teu bro andasse a comer outra gaja que tu achasses mais indicada? A tua prima por exemplo...ou aquela tua amiga feiosa à qual ninguém sabe porquê, nem tu mesmo, deves um favor. Bro...deixa-te disso!
KAMIKAZE # 2 Empatar as fodas do teu Bro.
Este é o caso quando sabes que o teu Bro vai para a safadice com a gaja que tu não curtes, e à última da hora arranjas-lhe qualquer merda que o empate. Tipo...ah Bro...tenho aqui um problema no pc e se não me resolveres isto é provável que não acabe o trabalho e não consiga a tal promoção. O teu Bro, entesadíssimo, acede a ajudar-te enquanto a gaja que não curtes espera e desespera por ele, acabando mesmo por se chatear.
E como se não bastasse, tu repetes a proeza de empatar o teu Bro mais umas quantas vezes.
Eventualmente consegues refrear os intentos do teu Bro e da bitch que tu não curtes nem por nada.
 Mas isto tem um custo elevado:
  •  o teu Bro acede no início porque gosta de ti, e afinal de contas és o seu Bro. 
  • À segunda que tu lhe aprontas, o teu Bro acede porque sabe que não tem o teu álibi, e começa a recear que tu contes à mulher dele.
  •  Todas as vezes seguintes...o teu Bro só quer que tu penses que não se passa nada entre ele e a gaja.
Bro...acabaste de perder o teu Bro. E se eu fosse a ti começava a ter cuidado com o teu carro porque é provável que o teu agora ex-Bro facture a gaja lá dentro, deixando uma recordação no teu assento. O teu escritório será o próximo alvo...a tua secretária, os teus papéis, o teu santuário de trabalho será alvo de uma maratona de fodas indescritível e até vergonhosa. Isto porque não há fodas como as que se dão de vingança em cima da secretária de um cabrão como tu.
Aqui fica a promessa:  assim que eu puder dar umas fodas em cima da tua secretária, ou nem que seja um minete de pé, ou um broche a vir-se para cima de tudo quanto é teu, venho directo ao blog descrever ao pormenor!
Motherfucker...tu e eu agora temos um leitmotiv:


Só espero ser apanhada na foda por ti!  Merry Christmas Motherfucker!

    





terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Apresenta-se o homem II

e de cada vez que te chupava, uma onda de prazer invadia-me.
E tu vieste-te quase de imediato...quando estamos juntos não temos mais de quinze anos de idade!
«Desculpa»
Olhei naqueles enormes blue eyes e disse...«é um elogio». E era...e é.
«Agora não vais ter para te foder»
Mas eu conheço aquele corpo. De alguma forma conheço o que vai dentro daquela cabeça...os sonhos, o medo incontrolável de ser traído pelo próprio corpo e não conseguir ficar teso, a puta da atitute...sim meu flirt, eu sei o que vai aí dentro.
«Deixa-me despir-te. Deixa-me dar-te prazer» Ele acedeu, sem expectativas, com as defesas baixas. Comecei novamente a chupá-lo, a sentir ainda o sabor do seu sémen, a adorar cada gesto, cada lambidela, cada provocação, cada beijo, cada chupão forte.
Foi com o entusiasmo de uma virgem que faz um broche pela primeira vez, e com a mestria de uma puta romana. Não sabia até então que os dois estados podiam acontecer ao mesmo tempo.
Passados uns dois ou três minutos tínhamos um homem teso e estupefacto, que saltou para cima de mim. Mais uma vez, ríamos como crianças. E ele penetrava-me e preenchia-me. A certa altura disse-me
«Vira-te para mim. Quero-te ver..quero olhar para ti»
Disse-o com a determinação de quem tem certezas. Era uma ordem. Obedeci, e fixei-o olhos nos olhos. Não é coisa que costumo fazer, porque a cara de foda não é bonita de se ver, pelo menos a minha. Mas naquele momento não havia considerações estéticas. Só eu e ele. O desejo que senti naquele momento era suficiente para me dar todo o poder.
Mas o meu corpo não aguentou e eu comecei a gemer e a querer agarrar com força tudo o que estava à mão. Acabei por me vir, e ele sentindo o meu descontrolo também se veio.
«És uma mulher muito bonita» e deu-me um beijo. Beijou-me toda. Agarrou-me o rosto com as mãos e beijou-me a testa e depois a boca. E eu agarrei-o e disse «obrigado, por tudo isto».
 Viemos todo o caminho de volta a rir e a conversar e tony iommi a tocar heaven and hell. Nem a propósito... Não resisti a provocá-lo incessantemente. Voltámos à realidade, à responsabilidade, e à nossa idade.

«You were there for summer dreaming. And you gave me what I needed. And I hope you find your freedom for Eternity

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Mangalhos com Açúcar

 Saiu recentemente um dos melhores filmes porno de sempre: Mangalhos com açúcar. Só tive hipótese de o ver no trabalho, pois o meu amor é adverso a pornografia como forma de entertenimento...acha que se eu não o excito que o problema é dele. Mas enfim...correndo o risco de ser despedida por ver conteúdo improprio numa instituição de ensino público, lá me arrisquei.
Posso dizer que é paródia de ALTÍSSIMA QUALIDADE. Os douchebags, as gajas boas...que encanto! Não sei se é por eles serem tão nhonhinhas que eu na vida real nem me aproximava deles, ou por a maior parte delas serem tão boazonas que me põe a cona em ponto de rebuçado. Foda-se, o contraste é impressionante! Superou e reinventou o cliché de fantasia professor-aluna (ou professora-aluno)...Numa das cenas:
Prof Assanhada: Fick Mich !
Tolinhas: Hãin (com pronuncia prai de braga ou de barcelos ou o crl!)
Prof Assanhada: Fick Mich ! 
Tolinhas:...O que é que esta gaja está a dizer...Nein!

Não vou contar a da loira burra que não sabe escrever chupar nem broche, porque vocês poderiam considerar isso um spoiler.
Aqui fica o meu mais sentido conselho...a vida é curta...VEJAM ESSA MERDA!