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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

don´t stop fucking me

Don't stop fucking me

Em relação ao meu post Speeding Bullet Virus (SBV), fiquei com a opinião geral que uma cum of impact é um elogio para uma mulher, mas por outro lado representa um terrível embaraço para o sexo masculino. Tal acontecimento é tido como um ataque à masculinidade e virilidade de um homem.
«Ah e tal...se isso me acontecesse eu nunca mais te fodia!»
«É um insulto...um gajo sente-se mal!»
Eh pá....mas porquê porra? Se foi tão bom, o que interessa o tempo que durou?
Meu flirt, não pares de me foder por causa disso! Para mim continua a ser um elogio, mesmo que tu te venhas apenas de eu te sussurrar palavras obscenas ao ouvido. Seu teenager que me imprimes na alma uma aura de glória!
Não me interessa...o que eu flirto contigo é superior a qualquer orgasmo que esse pisso grosso me possa dar. Aliás, esse teu pisso grosso dá-me tudo só de pensar em ti e no que faço com ele...beijava-o, lambia-o, esfregava-me nele...chupava-o....
Foda-se, morro de saudades desses teus beijos eróticos e dos teus amassos. Dessa tua língua irrequieta e quente. Se eu pudesse pagar pelos teus serviços, estoirava todas as minhas poupanças em beijos, abraços, risos, minetes, broches, fodas, orgasmos...era dinheiro tão bem investido! Nem consigo ver melhor aplicação possível para o suor do meu trabalho.
Serias a minha puta, sem fazer de ti um milímetro a menos homem do que és. Fascinas-me seu bonzão fodão. A essência resume-se a isto.

E por isso aqui te peço...não deixes de me foder.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

ultimate porn script - not yet

Bem esta história de me desafiar a escrever o ultimate porn script é, no mínimo, um bloqueio literário. É que não me sai nada! Nem uma fraca e curriqueira cumshot me vem à cabeça! ( Seria mais para vir à cara...)
Queria ao menos uma coisa com a qualidade do mangalhos com açúcar...
Mas como o trabalho está a recomeçar, e com ele o desfilar de potenciais flirts, pode ser que os eventos conduzam  a literaturas generosas.

Ah e para este 2013 tenho já uma resolução de ano novo:

 Não foder homens massivos e enormes ...AKA gordos!

É que tive um sonho meio esquisito....passo a contar:
Estava a curtir um homem massivo e enorme...quem seria...! E beijos para cá, linguados para lá, e o gajo faz-me um lascivo minete enquanto me apalpa as mamas, e aperta-me e lambe-me toda e eu esfrego-me nele, ponho-lhe as mãos ao pescoço e começo a asfixia-lo lentamente, cada vez mais lhe corto o ar. O gajo pede broche...dos lábios dele saem as palavras em tom de súplica.
« Faz-me um broche.» E chama pelo meu nome.
 (Para todos os efeitos...) « Mata Hari...por favor! Chupa-me a pila.»
«Como só tu alguma vez fizeste..
E eu estava a gostar de ver o cabrão a implorar. Os olhos dele...o corpo a rebentar de desejo. E apertei mais. Lambi-lhe o pisso, beijei-o, meti-o na boca e chupei....e continuei a chupar. E o gajo chamava o meu nome, e implorava por mais...
Agarrei-lhe o pisso grosso e esfreguei-o na minha cona. E senti-a o a passar entre os lábios e o clitóris e a querer entrar.
« Queres disto é? »Dizia o cabrão com cara de tarado. Filho da puta! Comecei a saltar-lhe em cima e a fodê-lo...sentia aquele pisso grande e grosso a rasgar-me toda, mas aquela cara de puro prazer dele deu-me raiva e começei a asfixiá-lo.
O gajo ainda provoca mais e diz
 « Só isso? Pensei que sabias o que fazias..»
Eu aperto-o, e tiro-lhe quase o ar todo, mas o cabrão continua a chamar o meu nome...ao desafio. Da minha boca começa a sair o nome dele, mas nem é o fode-me ******, ou o ah sim ******, nem nada. É simplesmente o nome dele.
O cabrão começa-se a vir e eu sinto o esperma dele quente dentro de mim. Mas ele está sem reacção. «******?, *****? estás bem? » Mas o gajo nada. O cabrão teve um ataque cardíaco.
Começo a correr a pedir ajuda aos meus amigos e colegas, mas eles riem-se.
«Já sabíamos que um dia lhe ias dar um ataque cardíaco», diz um dos mais ressabiados.
«Mas isto é sério...ele está mesmo mal» respondi eu desesperada.
Olhei para o objecto do meu desejo cheio de sémen ainda, tal como estava o meu corpo e as minhas mãos.
No fundo eu sabia que aquele corpo não aguentava o meu desejo de dominatrix.
Por isso, com trauma vos digo...

Os big loves ficam para as raivosas das esposas!


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Apresenta-se o homem.

Apresenta-se o homem.
Chegaste invulgarmente meigo e dado, quando eu já estava a perder a paciência contigo.Abraçaste-me e disseste...hoje venci!
Como assim?
Hoje consegui o que queria.
Ainda bem...fico feliz por ti.
Começámos-nos a beijar e a rir como crianças... «Pára com isso moça!» e rias-te...como se estivesses pedrado!
Eu respondia...«larga-me moço! chega para lá essa tusa! Não me provoques!» e agarrava-te intensamente, mordia-te os lábios, tu chupavas a minha língua. E provocávamos-nos...e fugias e eu perseguia-te. Eu recusava-te beijos e tu rias-te e arrancavas-mos e não nos largávamos....
 E eu percorria a tua boca, com a minha língua descia pelo teu queixo e beijava o teu pescoço...ficaste louco! «Oh moça! Porta-te bem!» imploravas...Deste-me uma forte palmada  no rabo, e eu senti aquele aperto de desejo pelo corpo todo...a minha garganta parecia querer fechar, asfixiando-me momentaneamente.
«Assim não me convences a parar...só fazes pior!»
«Tu gostas disto...» e riamos-nos como miúdos...garotos que sabiam   que estavam a fazer asneiras! Meteste-me a mão dentro das calças e eu estava completamente molhada...louca de desejo por ti...«Meu Deus...tu estás totalmente passada!»
Mas não havia tempo para estarmos juntos...e eu sabia disso.
Afastei-me e disse «Ah...não...eu estou bem! Além disso o acordo era apenas uma foda por ano, portanto até amanhã...descansa e vai para casa.» Virei costas.
Ele agarrou-me e virou-me para ele.
Não consegui evitar...começei a dizer «Fode-me..fode-me...Fo... de....meeee»
 Fomos embora como dois catraios e rumámos a sul. Todo o caminho o beijei e o provoquei enquanto ele conduzia, ao som da  guitarra de tony iommi. «Chegámos» disse.
Há quanto tempo te queria nos meus braços. Desapertei-te as calças, e lentamente, muito lentamente, com o controlo total...olhei-te, fixei-te e enconstei os lábios ao teu pisso.
O desejo corria-me nas veias, e começei a chupar-te.


the man himself (Tony Iommi)






segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Mais um dia de merda

Mais um dia de merda
Um flirt caro demais. Isto de dar umas rapidinhas aqui e ali...já me está a cansar. Não tenho paciencia para aturar homens com problemas existênciais. Põe-me mal disposta e sem energia. Para isso bastam-me os meus problemas.
Homens que precisam de tempo... precisam que eu invista tempo. foda-se! isto é algum namoro ou quê? Pelo menos uma coisa temos em comum...a pouca vontade de ir para casa no fim do dia. Olha a minha também não é nenhuma. Só me apetece pegar no carro e andar centenas de quilómetros, sem que ninguém me conheça. 
Vontade vontade era de te dar umas fodas bem atravessadas nesse corpo. Fazer desse teu pisso um calipo e chupar-te até revirares os olhos.
Não dá? Não há tempo? Nem oportunidade? Temos pena! Se me apetece chupar, devem haver por aí muitas à disposição. Se me apetece foder, também!
Pena tenho eu que só te queira foder a ti pá...és o meu flirt. Aquele que me mostrou que não precisava de merdas para me excitar, nem de medicamentos para a frigidez!
A questão que se coloca é: Foder-te ou mandar-te foder?
Fode-me.
Vai-te foder!


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Estás com cara de queca

Chegaste quando não te esperava...até gosto de sentir o desejo a aumentar à medida que se aproxima a hora provável de me cruzar contigo. Começo-me a sentir molhada, a minha pulsação dispara descontroladamente como uma adolescente só de me imaginar nos teus braços.
Mas desta vez foi diferente. Apareceste à minha frente sem eu contar contigo. Deu-me um arrepio de alto a baixo.
Aqui tão cedo? Que se passa?
E a conversa de treta prosseguiu... senti os meus olhos a inflamarem. Mais uma vez a arder na chama do desejo. 
Desci para ir ter contigo. Ficámos sozinhos, frente a frente. Queria saborear o momento antes de te tocar na pele sequer. Queria sentir o ar a ficar denso, irrespirável. Um ar quente que me passa na garganta e incendeia o meu peito, as minhas pernas a tremer. Tu a ficares sem jeito. Imaginar como te iria tocar desta vez...ouvir aquela música a tocar na minha mente.  
Olho para ti. Não és o que se possa considerar uma estampa. Nem sequer um homem bonito. Porquê a atracção? De onde vem o desejo? Sei lá...deve ser a puta da atitude que tu mandas...Não é um jogo de poder, não quero ascender a nenhum cargo, nem obter favores de espécie nenhuma. Não te quero só para mim. Não quero controlar, nem dizer « este é meu, minha propriedade».
Então, mais uma vez...de onde vem o desejo? Naquele momento não interessava.
Aproximas-te lentamente de mim...e eu acompanho os teus passos. Cada vez mais perto agarro-te, e tu encostas os teus lábios aos meus. Beijo quente, molhado e sinto de novo o teu perfume. Não me parece que seja de nenhuma marca em particular, é simplesmente o teu cheiro.
As nossas línguas tocam-se, entrelaçam-se dentro da nossa boca. Passas a tua língua  na minha e tiras.E fazes outra vez, a provocar-me. Eu chupo-te a língua como se fosse o teu sexo, e acabo com umas sedutoras lambidelas na ponta.... De tudo o que fazemos juntos, isto é sem dúvida o mais erótico e indecente...um beijo molhado.
Começo a desapertar-te o primeiro botão das calças, e tu dizes...parece que vou ter de tratar de ti. Eu respondo...Fode-me...com um sorriso maroto. E lentamente desaperto-te os botões...baixo-te as cuecas...e passo a minha língua pela parte de cima do teu pisso. Olho para ti, e tu novamente com a cara de tarado...taradissimo do Lester Burnham. Depois ponho-a lentamente na minha boca, suavemente e começo a chupar e a fazer pressão com os meus lábios. Tu ficas perigosamente duro e dizes...has-de dizer que não sabes fazer broches.Vira-te! E eu encostei-me à parede enquanto tu me penetravas lentamente, tão lentamente que eu já estava a desesperar. 
Dá-me mais...supliquei. Tu acedeste e começaste-me a penetrar com mais força...Estava a ver que não lhe davas, disse em tom provocante. Entretanto dás-me uma palmada tão bem assente que passados dois dias ainda tenho a marca. Nesse momento sacode-me uma onda de prazer que me aperta o pescoço e as mamas. Sinto o corpo todo preso, só sinto os braços soltos. Agarro o meu corpo dormente, encosto-me a ti e dás-me um beijo molhado. Ficamos a olhar-nos uns segundos. 
Tu interrompes o silêncio...Estás com cara de queca.
 Tu também, respondo.