quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Só me arrependo das fodas que não dei



Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012

Aqui começa a reflexão de um assunto bem delicado. Nem sei bem por onde devo começar...este tema inconfessável até dentro de mim. Uma mistura do «não posso» e do « não resisto».
Há alturas em que a rendição é o único caminho.
Abraçar o dark side? ...Só me arrependo das fodas que não dei. Não sei se é verdade...Mas não me arrependo de ti. Fazes-me sorrir crl! Fazes-me bem...pelo menos até começares a fazer muito mal.
Porque é que eu não tenho direito a um flirt?
Parece que ficaste perplexo com a proposta indecente...Não sei o que te levou a ceder...Se foi o fascínio de alguém estar atraído por ti, ou se sentias o mesmo.
Quando arranjei coragem, finalmente pedi-te desculpa pelo meu comportamento, que não tinha o direito de fazer o que estava a fazer...a provocar-te vezes sem conta. Eras um verdadeiro cavalheiro e eu não tinha o direito.
Dá-me vontade de escrever, para libertar de dentro de mim tudo o que sinto por ti. Por vezes ponho-me a pensar se esta história dava um livro...
Quero beijar esses teus lábios molhados, que me testam e provocam, fazem-me esperar de acordo com os teus caprichos. Eu detesto esperar...são as esperas que transformam pequenas tempestades em verdadeiros furacões dentro de nós. Mas tu sabes disso. Queres saber até onde eu vou. Queres-me deixar irracional, sentir os meus impulsos...
Ainda sabes jogar o jogo...resta-me saber se o jogas porque me queres, ou porque queres ver-me a correr atrás! Eu seria o troféu, depois de quebrares todas as minhas convicções e superioridade. Por enquanto estás a conseguir
Apetece-me tatuar o teu nome na minha pele. Marcar para sempre no meu corpo aquilo que sinto na alma.
Um dia, os papeis inverter-se-ão. É que o amor é o derradeiro jogo de poder.
 

Ainda sobre a imortal obra de Hank Moody - Esclarecimentos



Ainda sobre a imortal obra de Hank Moody - Esclarecimentos

A confusão:
Tomei conhecimento de algumas confusões sobre o meu post «Fucking and Punching». A arte em questão, tal como ele a profetiza não tem a ver com a brutalidade de algumas senhoras em cravar as unhas  ( normalmente postiças) no parceiro, deixar arranhadelas de alto a baixo nas costas das pessoas durante o acto, como se tivessem sido atacados por um tigre.
Desenganem-se caros leitores, e público em geral. Passo a esclarecer,

A essência:
Imaginem a situação de estarem intimamente com alguém, a.k.a. na foda, e sentirem que o vosso corpo não é veículo suficiente do que realmente sentem. Ou seja, a foda propriamente dita acontece, mas querem sempre mais e mais...Parece que por mais que fodam, a sede daquela pessoa não sacia. E podem estar ali a foder há horas e são para aí umas 4 da manhã e um diz ao outro...eh pah vamos compar qualquer merda para comer numa estação de serviço qualquer....só para ver se se controlam e se fisicamente se conseguem largar.... Devo avisar que estas fodas épicas acontecem mais nos primeiros encontros.
Estas situações são potenciais candidatas à arte de Fucking and Punching. Isto é se ela quiser.
O respeito
Uma ressalva: sou 100% pró-igualdade entre sexos, mas dar uma direita numa mulher parece-me visceralmente errado. Por mais igualdade de direitos que exista, há merdas que não se fazem.O F&P distancia-se do flagelo da violência doméstica.
 Requer um talento por parte de quem o faz e um desejo muito forte de quem leva a direita propriamente dita ( também poderá  ser uma esquerda).
A verdade
Convido os meus caros leitores a descobrir alguém que o queira fazer... não é a mesma coisa que estar disposto a fazer só para agradar a uma taradice do parceiro/a! Se forem apenas para agradar, porque ah e tal este gajo gosta de levar uns murros....ESQUEÇAM!
Nem todos os comportamentos são para todas as pessoas. Descubram o que querem...o QUE DESEJAM, o que vos reprime e frustra.
Por vezes não vale a pena dizer ao gajo (ou à miúda ) com quem estamos « Ah e tal...apetecia-me aquilo...gostava de fazer isto ». Procurem a sintonia perfeita, mesmo que não seja com a pessoa com quem estão....São apenas umas fodas.
Na minha opinião é preferível «saltar a cerca/ dar umas facadas»sei lá , como lhe queiram chamar...do que estar a conduzir a natureza do outro/outra ao sabor dos nossos próprios desejos. Num outro post falarei disto também.
E já sabem...FODAM-SE TODOS!

Epifânia



Quarta-feira, 10 de Outubro de 2012

Epifânia

Sem querer tornar este blog, que é para todos os efeitos o meu santuário pessoal, numa lamecha pegada, hoje vos digo caros daconianos e daconianas que tive um daqueles fenómenos que o povo e os gajos da IURD denomina de Epifânia.

Depois de um quase salto à espinha do meu flirt, deu-me (vejam lá essa merda) para reflectir.
Pensando eu que ia mais fazer o meu flirt flectir, uma vez e outra, e mais outra, dar-lhe tau tau (e levar...que eu sou pró-igualdade!), spank spank, experimentar as merdas mais perversas que o Marquês de Sade descortinou na sua vasta e rica obra literária...os eventos da vida levaram-me a reflectir. Passo a contar:
Estava eu muito bem a caminho do meu trabalho, quando sinto uma presença atrás de mim. Pelo volume de ar deslocado, só podia ser o meu flirt! Um homem massivo e enorme, com um paleio que me enche as medidas....
Ah flirt do caralho! Trepava-te como se fosses um varão de strip!
Adiante. Abraçou-me e disse...nem me cumprimentas! Eu lá acedi e agarrei-o ao de leve...estava imensa gente a passar...E AINDA POR CIMA veio com esta
 «sabes que estou sozinho hoje?»
 Respondi « sei...queres que tome conta de ti?» 
 «Eh pá...Tá lá a minha *** de volta dos miudos...»
«Eu fico com o mais velho para cuidar...tratava bem de ti...»
Eh pá e tratava...o pior que lhe podia acontecer seria uma fratura pélvica de eu tanto lhe saltar em cima. Mas ainda não vi ninguém que não ficasse feliz com uma lesão dessa natureza.
O meu flirt ficou extasiado com a ideia. O rosto mudou várias vezes de expressão, centenas de pensamentos fluíam naquela cabeça, o impensável, o que prometemos vezes sem conta fazer antes de morrer...o 3-some que podíamos fazer com aquela amiga boazona, evoluindo para uma suruba com outro gajo ..podiamos experimentar o chicote, algemas, a tão desejada asfixia auto-erótica, o fucking and punching, e a foda carinhosa na praia (mas não muito) que sela o fim de uma noite que levaríamos selada até ao túmulo.
  « Ela matava-me» balbuciou em seco. Estava preso.
« Ninguém precisa de saber» disse-lhe ao ouvido. O rosto voltou-se a transformar inúmeras vezes, gelando novamente de volta à realidade.
Parece que estou sempre a reviver esse momento. A expressão facial que me dá a volta à cabeça... simplesmente PERDE-SE, desaparece.
Passadas umas horas estava eu à espera da boleia para casa, e o meu flirt passa outra vez por mim.
«tás sozinha?»
«...e abandonada» respondi com um sorriso desafiante
«não tens para onde ir?» (mas o gajo é safado, sempre a provocar)
«porquê? queres-me levar para algum lado é?»
«eh pá...» e começou a ficar de novo encaralhado...outra vez a luta épica entre a tentação e o correcto...Vendo o cenário atalhei
« não...estou à espera de boleia...deve estar a chegar a qualquer momento»
«Está bem então...fica bem»
Afastou-se depressa, depois abrandou e estacou. Virou-se para trás e disse com ar meio maroto meio chateado « Hei-de te cobrar o que estás a dizer!»
Perplexa respondi  « És um fodão mas é só garganta!»
«Espera e vais ver» respondeu e acabou a conversa.

Assim fiquei. Continuou o filha da puta do desatino, agora com um rosto agridoce...tentação e culpa. Uma divisão entre o temos de fazer isto, e o não podemos fazer isto. Entre a foda e a fidelidade.
Eu acho que conseguia manter a minha poker face, mas isto podem ser devaneios do excesso de tusa que o gajo me dá.

Tinha em tempos arranjado uma foto do meu flirt para aí com uns vinte anos, bem escondida no meu pc. Tem aquela expressão... De vez em quando olho para ela e penso...já levavas umas fodas...
Eh pá sei lá...fico mais alegre...a vida não me parece assim tão madrasta enquanto existirem flirts assim.

Hoje, estaria a passar os olhos nuns documentos já há algumas horas...foda-se...entediada como tudo, dou com um documento da autoria do meu flirt.
Folheei e nada que me servisse para o meu trabalho.
Na página da dedicatória dizia: « Aos meus amores, *** e ***»



  

Fucking and Punching Reflexões sobre a imortal obra de Hank Moody



Terça-feira, 2 de Outubro de 2012

Fucking and Punching

Reflexões sobre a imortal obra de Hank Moody

Há dias pus-me a apreciar um episódio, penso que um dos primeiros da série, em que uma gaja está a cavalgar o Hank como um animal, e quando ele se está quase a vir ela lhe dá uma direita no focinho. O gajo fica perplexo mas continua a foda, e eis senão quando, ela dá-lhe outra direita.
Realmente não há melhor maneira de tornar uma foda memorável, elevando a actividade de fucking&punching ao nível de S&M.
Penso que tem pernas para andar, e não se admirem nem se preocupem se daqui a uns anos os vossos filhos adolescentes e jovens adultos chegarem a casa com um olho pisado: é apenas a curiosidade de um adolescente pelo F&P.
No entanto, caros daconianos e daconianas, confesso com mágoa que ainda não experimentei as aliciantes atividades de F&P. É indubitavelmente uma falha grave que pretendo reparar o mais breve possível. A foda tem muitos ritmos e vertentes, por vezes muito aliciantes e inocentes, como dar umas palmadas num traseiro que está à mão. Mas o fucking and punching aparece agora para mim no horizonte de uma nova aurora.
Engane-se quem tentar fazer disto mais um devaneio de S&M . Não há dominadores nem passivos. É sexo «normal», pelo que me parece, um pouco mais agilizado do que a quequita de 7-8 minutos, mas que quase no fim tem a reviravolta de uma direita no focinho. Deve ser uma bela foda!
 Caros leitores, despeço-me por agora deste post, com dois apelos: Primeiro....experimentem esta merda e digam-me alguma coisa!
Segundo...para o meu flirt...Vai um Fucking and Punching? 

DEDICATÓRIA DO DIA



DEDICATÓRIA DO DIA

Uma música velhinha dos trovante, que relata o encanto de um flirt. 
Dedicada ao meu flirt. Sem dúvida um caso forte a mais...

Enquanto foi só um bom momento deu
Enquanto foi só um pensamento meu
Deus, deu só num caso forte a mais.
Enquanto se achava graça ao que se escondeu
E a horas eram mais longas do que a verdade
Fez para ser só outro caso mais.
Enquanto for só ternura de Verão
Eu vou,
Enquanto a excitação der para um carinho
Eu dou.
Traz
Uma leveza
Ah, mas concerteza
Eu dou
Um outro melhor bom dia.
Já trocámos nortadas por vento sul
Enquanto demos risadas foi-se o azul
Nem sei qual deles foi azul demais.
Mas não ficará só a sensação de cor
Nem sei o que o coração irá dizer de cor
Se o Inverno for, depois, duro demais.